Vídeo-aula 5: Protagonismo juvenil e participação escolar

A educação deve promover o acesso aos bens culturais exigidos pela sociedade contemporânea e garantir uma formação política que permita aos jovens participar da vida social de forma mais crítica, dinâmica e autônoma.

Prof. Ulisses Araújo

A aula fala da importância do aluno ter um papel ativo no processo de ensino aprendizagem.

A educação deve promover o acesso aos bens culturais exigidos pela sociedade contemporânea e garantir uma formação política que aos jovens participar da vida social de uma forma mais crítica, dinâmica e autônoma.

Metodologias Ativas de Aprendizagem

A Aprendizagem Baseada em Problemas é uma metodologia ativa de aprendizagem;

Estratégia pedagógica que apresenta aos estudantes situações significativas e contextualizadas do mundo real. (Mayo, Donnelly, Nash & Schwartz, 1993).

Exemplos de protagonismo e participação escolar:

  • Assembleias escolares;
  • Grêmios estudantis;
  • Estratégias de resolução e de mediação de conflitos;
  • Estratégias de aproximação entre escola, família e comunidade.

Após a vídeo-aula assisti aos vídeos “Protagonismo Juvenil”:

“Qual o papel do jovem em um cenário de mudanças? Como tirá-lo da posição de espectador e colocá-lo no centro de participação cidadã? Reunimos o depoimento de uma série de especialistas no assunto, que se envolvem com a tarefa de fazer do jovem o principal ator social no nosso contexto”.

“O jovem é o maior agente de transformação…”

“O processo educativo deve promover a troca de ideias e os debates para que o jovem aprenda a respeitar as opiniões do outro.”

O PROTAGONISMO JUVENIL PRECISA SER ENXERGADO, PERCEBIDO E VALORIZADO!

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Sobre Meily Cassemiro

Há pessoas que fazem com que a gente floresça todos os ramos, brote todos os galhos, sejamos o que de melhor podemos ser. São pessoas que a gente AMA e que nos possibilitam nos deixar amar por elas e por NÓS mesmos. Nos apaixonamos por elas e pelo que elas nos habilitaram a SER. Há as que despertam o que há de pior em nós: a mesquinhez, a inveja, o rancor, a amargura, a tirania, a doença. Também precisamos delas, como precisamos de uma tomografia ou um raio x. Precisamos localizar onde dói, o que faz doer, o que causou aquilo, para poder curar. O que não se pode é empacar entre o diagnóstico e a cirurgia. É onde entra a CORAGEM de ser FELIZ. Uma vez alguém me disse que há muito tinha se convencido de que as pessoas são tão mais felizes quanto podem se permitir SER ELAS MESMAS. Acho que é isso. Mas ser a gente mesmo às vezes implica ser diferente conforme a circunstância, conforme o outro, conforme o caso. Implica ir se metamorfoseando. E assim, somos um grande mosaico mutante de muitas faces, muitas vidas, muitos de nós mesmos para muitos outros, que a gente espera que vá ficando cada vez mais bonito, que a gente espera que vá podendo ser cada vez mais FIEL AO QUE SOMOS, ao que QUEREMOS SER, ao que SONHAMOS NOS TORNAR.
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