Vídeo-aula 22: Prática de projetos e transversalidade em sala de aula: questões de Gênero no cotidiano escolar

A complexidade das questões de gênero no cotidiano escolar são abordadas a partir de uma perspectiva sócio-histórica, analisando a responsabilidade da escola – como uma das instâncias mais significativas de socialização – na aprendizagem dos papéis sociais a serem assumidos pelas futuras gerações. Destaca-se, entre eles, os papéis de gênero como constructos definidores da subjetivação do sexo biológico a partir de modelos psicossociais de dominação simbólica presentes na sociedade.

Pedagogia de Projetos:

– Tema transversal selecionado;

– Adesão voluntária;

– Projeto Interdisciplinar

Temas transversais (Sugeridos pelo PCN):

*Ética

*Pluralidade Cultural (Diversidade Cultural)

*Meio ambiente

*Saúde

*Orientação sexual

*Temas locais

Assim, é necessário que cada unidade escolar escolha o tema do projeto de acordo com a realidade que os cerca.

Eixos da discussão:

– Construcionismo social

– Socialização de gênero:

  • Sexo: determinação biológica;
  • Sexualidade: significado atribuído à condição definida geteticamente;
  • Relações de gênero: representações socialmente constituídas.

Atividade proposta em uma reunião de pais:

– Os pais devem escolher personagens dos contos de fadas para solucionar problemas de três planetas.

As questões de gênero devem inverter a ordem e repensar a lógica que está posta, realizando experiências diferentes na escola.

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Sobre Meily Cassemiro

Há pessoas que fazem com que a gente floresça todos os ramos, brote todos os galhos, sejamos o que de melhor podemos ser. São pessoas que a gente AMA e que nos possibilitam nos deixar amar por elas e por NÓS mesmos. Nos apaixonamos por elas e pelo que elas nos habilitaram a SER. Há as que despertam o que há de pior em nós: a mesquinhez, a inveja, o rancor, a amargura, a tirania, a doença. Também precisamos delas, como precisamos de uma tomografia ou um raio x. Precisamos localizar onde dói, o que faz doer, o que causou aquilo, para poder curar. O que não se pode é empacar entre o diagnóstico e a cirurgia. É onde entra a CORAGEM de ser FELIZ. Uma vez alguém me disse que há muito tinha se convencido de que as pessoas são tão mais felizes quanto podem se permitir SER ELAS MESMAS. Acho que é isso. Mas ser a gente mesmo às vezes implica ser diferente conforme a circunstância, conforme o outro, conforme o caso. Implica ir se metamorfoseando. E assim, somos um grande mosaico mutante de muitas faces, muitas vidas, muitos de nós mesmos para muitos outros, que a gente espera que vá ficando cada vez mais bonito, que a gente espera que vá podendo ser cada vez mais FIEL AO QUE SOMOS, ao que QUEREMOS SER, ao que SONHAMOS NOS TORNAR.
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