Vídeo-aula 25: Estratégia de Projetos e a Construção da Rede

O objetivo da aula é apresentar as etapas básicas de um projeto escolar e a construção de uma rede. Desde a escolha do tema, passando pela elaboração das perguntas e planejamento docente, a aula mostra imagens da rede de um projeto desenvolvido com crianças de 10 a 11 anos do Ensino Fundamental. Trata-se de uma possibilidade de trabalho apoiada em teorias de complexidade, interdisciplinaridade e transversalidade.

Prof. Ricardo Fernandes Pátaro.

O projeto tem início com a escolha de um tema transversal.

Vamos aqui trabalhar com um exemplo de tema, elaborado para crianças de 10 a 11 anos de idade, a partir do artigo XXVI da Declaração dos Direitos Humanos.

 

Você sabe para onde está olhando?

*Aproximação ao tema: imagens, informações para aproximar os alunos à problemática;

*Os alunos definem temáticas mais específicas que gostariam de estudar;

*Discussões e reflexões para a escolha de uma temática levantada;

No caso do projeto citado, os alunos escolheram os seguintes temas:

*Crianças fora da escola no Brasil;

*Educação para paz e respeito;

*Crianças que não tem escola perto da sua casa;

*Trabalho infantil e educação no Brasil;

*Dificuldades nas escolas públicas.

O tema escolhido pelos alunos foi: “Trabalho infantil e educação no Brasil”.
A partir do interesse dos alunos, ocorre a elaboração de perguntas sobre a temática específica que foi escolhida.

Após as perguntas serem elaboradas, os professores ligam a temática aos conteúdos necessários e possíveis de todas as disciplinas, de maneira transversal.

– O projeto segue com atividades e pesquisas, buscando respostas às perguntas das crianças;

– A Rede promove registro de percurso das atividades e relação entre as disciplinas
curriculares;

– Exemplos de atividades de Matemática, Ciências e Língua Portuguesa.

Etapas de um projeto:

*Escolha de tema amplo relacionado à formação de valores;

*Estudos de aproximação ao tema;

*Escolha de temática mais específica para ser estudada;

*Elaboração de perguntas partindo do interesse dos alunos;

*Planejamento docente das estratégias e metodologias, articulando as perguntas aos conteúdos disciplinares;

*Busca coletiva de respostas às perguntas do projeto.

Anúncios

Sobre Meily Cassemiro

Há pessoas que fazem com que a gente floresça todos os ramos, brote todos os galhos, sejamos o que de melhor podemos ser. São pessoas que a gente AMA e que nos possibilitam nos deixar amar por elas e por NÓS mesmos. Nos apaixonamos por elas e pelo que elas nos habilitaram a SER. Há as que despertam o que há de pior em nós: a mesquinhez, a inveja, o rancor, a amargura, a tirania, a doença. Também precisamos delas, como precisamos de uma tomografia ou um raio x. Precisamos localizar onde dói, o que faz doer, o que causou aquilo, para poder curar. O que não se pode é empacar entre o diagnóstico e a cirurgia. É onde entra a CORAGEM de ser FELIZ. Uma vez alguém me disse que há muito tinha se convencido de que as pessoas são tão mais felizes quanto podem se permitir SER ELAS MESMAS. Acho que é isso. Mas ser a gente mesmo às vezes implica ser diferente conforme a circunstância, conforme o outro, conforme o caso. Implica ir se metamorfoseando. E assim, somos um grande mosaico mutante de muitas faces, muitas vidas, muitos de nós mesmos para muitos outros, que a gente espera que vá ficando cada vez mais bonito, que a gente espera que vá podendo ser cada vez mais FIEL AO QUE SOMOS, ao que QUEREMOS SER, ao que SONHAMOS NOS TORNAR.
Esse post foi publicado em Temas Transversais. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s